quinta-feira, 30 de outubro de 2008

o mundo está ao contrário e ninguém...

alguém sabe me dizer por que RAIOS esse meninos de agora estão dando pra fazer a sobrancelha? é sério. já vi 384639347646 de cobradores de ônibus, de rapazes com blusas de ensino estadual... tudo com sobrancelha perfeitinha!!

se eles soubessem como fica feio... como ficam boiolas...

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Esse negócio de blog é um egocentrismo só!Quem tem, só fala de si próprio... de coisas que aconteceram em sua vida, de filmes, músicas e sei lá mais o quê que tem tudo a ver com o próprio estado de espírito no momento.
Enfim, um momento Eu (com "E" maiúsculo) que a gente pouco vê no dia-a-dia, graças a Deus.

Claro, né? Ou quer coisa mais chata do que alguém se vangloriando de seus feitos e vomitando assuntos super pessoais a torto e a direito na vida real?
O virtual é bom por isso. Você quer tecer comentários sobre as partes mais emocionantes do seu dia, quer xingar um amigo, quer falar e falar e falar sobre o quão genial foi aquele filme ou aquela peça que você assistiu, você faz tudo isso! E quem quiser, lê, quem não quiser, não lê. Que simples, né? E funciona, menina!!

Ainda bem que blog não é tipo aquelas chatérrimas janelas pop-up. Ia ser a coisa mais irritante do mundo vc entrar num site qualquer e, do nada, 70.987 janelas se abrissem mostrando os blogs de pessoas por cuja vida você não está interessado. Até fechar todas elas, você, invariavelmente, leu pedaços da vida daqueles blogueiros, já se inteirou da festa da Marcinha, do filme ucraniano ou da nova Barbie que ganharam do papai. Ainda bem que não inventaram isso ainda. Essa internet ainda mantém uma certa decência...

Mas, depois desse monte de bobeira, vou voltar a falar de mim.
Lógico, isso é um blog... não vou comentar o cenário político internacional. Isso você vê em qualquer jornalzinho ou blog metido a besta. Eu falo de mim, da minha vida boba, normalzinha e, às vezes, feliz.

E tudo que eu escrever aqui vai ser necessariamente relacionado à minha pessoa.
É. Diariozinho mesmo. "Coooooisas de Laurinha..."

Até o próximo post! :)

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

virundus

Tive crises de riso quando fui nesse blog!
Sabe aquelas partes de músicas que a gente inventa ou entende errado e canta errado? Tipo, "na madrugada vitrola rolando um blues, trocando de bíquini sem parar..."??

Não sei se isso também acontecia com vocês mas, quando eu era criança e não sabia falar inglês, eu cantava tudo no meu inglês de criança. Até aí, tudo bem... o problema é continuar cantando aquelas músicas com o mesmo inglês de criança, após ter aprendido a falar inglês!
Tem uma que eu acho que é da Debbie Gibson que eu seeeeeempre cantava "Maria masculina, rodu biri rodu bai...". Fora as da Madonna, me esforço até hoje pra cantar sem aqueles vocábulos que inventava...

* "Por exemplo a musica q a Cássia Eller regravou e que eu adoro que diz: "pois é, esse samba é pra vc ó meu amor, esse samba é p vc...", e eu inteligentíssima, crente que estava arrasando cantarolava amarradona: "Ô, Zé, esse samba é p vc ó meu amor...."

* "Na música "O vira" dos Secos & Molhados, " Alu bilu bilu..." O certo é "A lua iluminou..."

* "Eu e minha mãe destruindo "Como Nossos Pais". Ela: "Mas é você que é mal passado e que não vê" O certo: Mas é você que ama o passado e que não vê. Eu: "Tá em casa guardado por Deus cortando fio dental...". É "contando o vil metal".

hehehehehehe


1- Uma prima: "E eu perguntava: kid moranguês?". "E eu perguntava: do you wanna dance?".

2- Minha irmã, porka, ouvindo Vinny:"Oh, yeah, saudade, me leve onde vc vai..""Oh, yeah, it's all right, me leve onde vc vai.."

3- Meu primo (irmão dessa minha prima) : "Não demora muito agora, todas de bundinha de fora, sobe-desce na areia..""Não demora muito agora, todas de bundinha de fora, topless na areia.."



freud explica? rs

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Tô encucada com uma coisa há alguns dias. Vejam se vocês podem me ajudar:

Nos dias atuais, alguém já foi ou conhece alguém que já tenha sido assaltado por um bandido bicha?
Questão profuuunda essa, né? Eu só vejo blog por aí com posts enooooormes sobre assuntos filosóficos e metafísicos e bla bla bla. E eu venho com essa pergunta idiota...

Mas pensa bem: eu acho que não tem muito bandido bicha por aí, não... Pelo menos nunca ouvi ninguém comentar: "Ui, fui assaltada e levei uma coronhada de uma bichona!!"
Será que a violência pode ter o homossexualismo reprimido entre suas causas?
Quem é gay é menos violento?
Bandido que é bandido gosta só de mulher?

Fico me indagando...

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

da série: coisas que poderiam acontecer

Já pensou se alguém se chamasse BOATARDE?

Imagino logo um diálogo entre uma daquelas pessoas chaaaaatas de telemarketing e alguém chamado Boatarde:

- Boa Tarde...
- Sim?!
- Meu nome é Fulaninha, eu vendo ceroulas por telefone, blablabla.. gostaria de falar com o responsável pela linha telefônica?
- Sim, já está falando com ele!
- Sim, senhor, pois não (essas pessoas adoram um "pois não") qual o seu nome?
- Boatarde!
- Boa Tarde, senhor! Mas como o senhor se chama?
- Boatarde, já disse!
- Uma boa tarde pro senhor também, senhor... O senhor é muito simpático! Mas é necessário que o senhor forneça o seu nome para estarmos efetuando (outra coisa horrenda que essa gente fala) seu cadastro!


Pois é, heheheh, é assim que se perde um cliente. Já dizia o outro: O CLIENTE SEMPRE TEM RAZÃO. Agora estou vendo isso. Se o cara tem uma puta voz grossa mas insiste em ser chamado de PAULINHA, chame o sujeito de Senhora Paulinha e siga em frente, ora bolas!!!

Mas, também como disse alguém, o trabalho enaltece o homem. Boa sorte à eles.

Aqui me despeço.

A enaltecidérrima,

Juka.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Here we go again (mas que mania de botar títulos em inglês!)

Amanhã começa tudo de novo.
Lá vamos nós assistir aulas, andar muito mais de ônibus, vamos ter uma rotina novamente. Vamos dormir mais cedo e acordar mais cedo, mesmo com o friozinho que está fazendo.

O engraçado é que é tudo tão igual! Sai semestre, entra semestre, tudo igual... parece que até os professores falam de coisas idênticas e o que muda é só o nome da matéria (e disso eu sei, apesar de não estudar música por quase 4 anos!). Mudam também alguns rostos que, de conhecidos, passam a amigos e outros que, de amigos, passam a conhecidos (ou nem isso).

Tô soando melancólica,né? Mas não é isso, não, gente. Eu fico pensando nessas coisas da vida e é inevitável achar que é tudo igual e nada nunca vai mudar. Mas algo deve mudar, né? Não é possível!Acho que a gente vive com essa esperança - meio descabida, se você pensar bem - de melhorar porque, caso contrário, não teria por que continuar vivendo, estudando ou trabalhando. Seria tudo igual mesmo.

Venho pensando nessas coisas com mais freqüência. Acho que quando a gente vai ficando mais velho, costumamos pensar mais nisso. E eu tenho uma dúvida horrível que me persegue há, pelo menos uns 6 anos, desde que fiz 18: quando que a gente vira adulto?? Tem uma idade certa pra isso? Tem algum evento especial que marque a passagem pro "mundo adulto"? E se eu chegar nessa idade ainda completamente dependente financeiramente de mamãe ursa, sem perspectivas de conseguir as coisas por mim mesma? O que eu faço???

Tenho quase 25 anos e não me sinto adulta. Acho que nunca vou me sentir adulta, porque tudo que eu penso e sinto é meio parecido com o que eu sentia e pensava quando eu tinha 5 anos (lógico, acrescentando-se uma coisa ou outra que eu vivi ou aprendi). Se ser adulta é ter uma forma de pensar diferente de quando era criança, acho que eu tô ferrada! Mas, se for só uma forma de dizer que você teve algumas experiências a mais que os mais novos, então, acho que tá tudo certo.

O engraçado é que eu sempre pensei que, quando eu fosse adulta, eu ia ser completamente diferente. A começar pela minha aparência, concluí que a minha teoria falhou: eu continuo sendo a mesma pessoa, com os mesmos defeitos, as mesmas diaboliquices, as mesmas bobeiras, as mesmas... enfim.

sábado, 5 de julho de 2008

pra bom entendedor, me pala bas

"eu vejo a vida melhor no futuro
eu vejo isso por cima de um muro
de hipocrisia
que insiste em nos rodear"


excluindo uma por uma da vida.


e tem volta.